Insônia das brabas, olhos teimosos sem querer fechar. Abriu o livro, aleatoriamente, e leu um Poema qualquer, também de forma aleatória. Fechou o livro, beijou a mulher e recitou-lhe um verso. Amaram-se. No outro dia, a mulher tomou-lhe das mãos o livro, abriu-o, aleatoriamente, e leu um Poema qualquer, também de forma aleatória. Amaram-se. Toda semana iam à Livraria à busca de novos livros de Poesia. Nas bodas de prata, deram-se, um ao outro, um livro de Drummond. Ficam na cabeceira da cama.25 novembro 2011
RECEITA DE AMOR
Insônia das brabas, olhos teimosos sem querer fechar. Abriu o livro, aleatoriamente, e leu um Poema qualquer, também de forma aleatória. Fechou o livro, beijou a mulher e recitou-lhe um verso. Amaram-se. No outro dia, a mulher tomou-lhe das mãos o livro, abriu-o, aleatoriamente, e leu um Poema qualquer, também de forma aleatória. Amaram-se. Toda semana iam à Livraria à busca de novos livros de Poesia. Nas bodas de prata, deram-se, um ao outro, um livro de Drummond. Ficam na cabeceira da cama.RECEITA DE AMOR
Insônia das brabas, olhos teimosos sem querer fechar. Abriu o livro, aleatoriamente, e leu um Poema qualquer, também de forma aleatória. Fechou o livro, beijou a mulher e recitou-lhe um verso. Amaram-se. No outro dia, a mulher tomou-lhe das mãos o livro, abriu-o, aleatoriamente, e leu um Poema qualquer, também de forma aleatória. Amaram-se. Toda semana iam à Livraria à busca de novos livros de Poesia. Nas bodas de prata, deram-se, um ao outro, um livro de Drummond. Ficam na cabeceira da cama.20 novembro 2011
Nossa Viagem ao Cariri - Novembro/2011
- Aniversário de Verônica em Várzea alegre - 12/11/2011
- Aniversário de Madaleninha - Casa de Verônica em Várzea Alegre CE 13/11/2011
- Um domingo com Dau e Deta - Serra da Guritiba - Chapada do Araripe
- Coisas da Serra
![]() |
| Serra da Guritiba - Chapada do Araripe |
Nossa Viagem ao Cariri - Novembro/2011
- Aniversário de Verônica em Várzea alegre - 12/11/2011
- Aniversário de Madaleninha - Casa de Verônica em Várzea Alegre CE 13/11/2011
- Um domingo com Dau e Deta - Serra da Guritiba - Chapada do Araripe
- Coisas da Serra
![]() |
| Serra da Guritiba - Chapada do Araripe |
Estórias de Seu Deusim e Outros
FEITIÇO CONTRA O FEITICEIRO.
Um amigo de Seu Deuzim contou que, quando era novo, resolveu ganhar a vida no Maranhão onde trabalhou, namorou e noivou.
Após algum tempo, desanimado com o noivado, resolveu voltar para o Juazeiro. Disse para a noiva que iria juntar um dinheirinho e, logo em seguida, voltava pra casar.
A noiva desconfiou que a viagem, na verdade, era uma fuga e resolveu preparar uma galinha para ser comida na viagem.
O noivo, por sua vez, desconfiou da refeição preparada e resolveu jogá-la no rio Mearim.
Três dias depois entrou um jacaré na casa da noiva.
Um amigo de Seu Deuzim contou que, quando era novo, resolveu ganhar a vida no Maranhão onde trabalhou, namorou e noivou.Após algum tempo, desanimado com o noivado, resolveu voltar para o Juazeiro. Disse para a noiva que iria juntar um dinheirinho e, logo em seguida, voltava pra casar.
A noiva desconfiou que a viagem, na verdade, era uma fuga e resolveu preparar uma galinha para ser comida na viagem.
O noivo, por sua vez, desconfiou da refeição preparada e resolveu jogá-la no rio Mearim.
Três dias depois entrou um jacaré na casa da noiva.
Estórias de Seu Deusim e Outros
FEITIÇO CONTRA O FEITICEIRO.
Um amigo de Seu Deuzim contou que, quando era novo, resolveu ganhar a vida no Maranhão onde trabalhou, namorou e noivou.
Após algum tempo, desanimado com o noivado, resolveu voltar para o Juazeiro. Disse para a noiva que iria juntar um dinheirinho e, logo em seguida, voltava pra casar.
A noiva desconfiou que a viagem, na verdade, era uma fuga e resolveu preparar uma galinha para ser comida na viagem.
O noivo, por sua vez, desconfiou da refeição preparada e resolveu jogá-la no rio Mearim.
Três dias depois entrou um jacaré na casa da noiva.
Um amigo de Seu Deuzim contou que, quando era novo, resolveu ganhar a vida no Maranhão onde trabalhou, namorou e noivou.Após algum tempo, desanimado com o noivado, resolveu voltar para o Juazeiro. Disse para a noiva que iria juntar um dinheirinho e, logo em seguida, voltava pra casar.
A noiva desconfiou que a viagem, na verdade, era uma fuga e resolveu preparar uma galinha para ser comida na viagem.
O noivo, por sua vez, desconfiou da refeição preparada e resolveu jogá-la no rio Mearim.
Três dias depois entrou um jacaré na casa da noiva.
19 novembro 2011
Com 11 filhos de três sucessivos e ajustados casamentos, Osmundo, sempre
alegre e sorridente, percorria as mesas postas de baixo de um frondoso
juazeiro, andando com desenvoltura e sem bengala, como se tivesse 18 anos!
Nunca vi coisa igual em um rijo varão de 98 anos que, ainda hoje, no seu
caminhão, faz semanalmente a linha Crato, Feira de Granito e do Parnamirim,
já planejando a comemoração do seu esperado Centenário. Impressionante!
Houve uma bonita para-liturgia feita por sua primogênita, Tezinha, ao fim da
qual, Osmundo declamou sem titubear, com voz forte e sem pestanejar um poema
do poeta sertanejo, Otacilio Pereira de Carvalho, arrancando aplausos e
admiração dos presentes!
Enquanto isto, “O SOL TIRAVA FAISCAS
DO LEITO DO BRIGIDA SECO”!
Até o calor sertanejo foi amenizado pela brisa que soprava nas margens do
Riacho da Brígida!
Tudo decorreu em agradável clima familiar sem uma só nota dissonante!
Ali estavam parentes, amigos e um vasto ciclo familiar integrado por 11
filhos e seus numerosos descendentes.
Um saboroso churrasco foi servido, seguido por um suculento e bem sertanejo
almoço, tudo isto ao ronco de uma sanfona que executava músicas bem
brejeiras de Luiz Gonzaga, o conhecido SAFONEIRO DO RIACHO DA BRÍGIDA,
segundo expressão do escritor Sinval Sá. E Osmundo ainda dançou um xote com
a esposa, Deuva!
Enquanto isto, netos e bisnetos do aniversariante, de deliciavam nas águas
de uma piscina ali mesmo fincada na sombra acolhedora de um juazeiro que,
até parece, renovou a sua folhagem para a bonita e rara comemoração.
E os belos e floridos pausdarcos das quebradas da Chapada do Araripe, como
que fizeram o pano de fundo do álacre evento, colorindo de lindo amarelo as
encostadas da Chapada, no seu lado pernambucano!
E aqui é o jeito repetir o cantador sertanejo, Lourival Bandeira:
“AO LONGE SINTO SAUDADES DE UMA FESTA NO SERTÃO”!!!
Decididamente, foi um domingo diferente, com o inconfundível verniz da
família cristã sertaneja que é, com certeza, a melhor e mais forte
instituição nacional, base mesma da Nacionalidade!
Barbalha, 13.11.2011. Napoleão Tavares Neves.
alegre e sorridente, percorria as mesas postas de baixo de um frondoso
juazeiro, andando com desenvoltura e sem bengala, como se tivesse 18 anos!
Nunca vi coisa igual em um rijo varão de 98 anos que, ainda hoje, no seu
caminhão, faz semanalmente a linha Crato, Feira de Granito e do Parnamirim,
já planejando a comemoração do seu esperado Centenário. Impressionante!
Houve uma bonita para-liturgia feita por sua primogênita, Tezinha, ao fim da
qual, Osmundo declamou sem titubear, com voz forte e sem pestanejar um poema
do poeta sertanejo, Otacilio Pereira de Carvalho, arrancando aplausos e
admiração dos presentes!
Enquanto isto, “O SOL TIRAVA FAISCAS
DO LEITO DO BRIGIDA SECO”!
Até o calor sertanejo foi amenizado pela brisa que soprava nas margens do
Riacho da Brígida!
Tudo decorreu em agradável clima familiar sem uma só nota dissonante!
Ali estavam parentes, amigos e um vasto ciclo familiar integrado por 11
filhos e seus numerosos descendentes.
Um saboroso churrasco foi servido, seguido por um suculento e bem sertanejo
almoço, tudo isto ao ronco de uma sanfona que executava músicas bem
brejeiras de Luiz Gonzaga, o conhecido SAFONEIRO DO RIACHO DA BRÍGIDA,
segundo expressão do escritor Sinval Sá. E Osmundo ainda dançou um xote com
a esposa, Deuva!
Enquanto isto, netos e bisnetos do aniversariante, de deliciavam nas águas
de uma piscina ali mesmo fincada na sombra acolhedora de um juazeiro que,
até parece, renovou a sua folhagem para a bonita e rara comemoração.E os belos e floridos pausdarcos das quebradas da Chapada do Araripe, como
que fizeram o pano de fundo do álacre evento, colorindo de lindo amarelo as
encostadas da Chapada, no seu lado pernambucano!
E aqui é o jeito repetir o cantador sertanejo, Lourival Bandeira:
“AO LONGE SINTO SAUDADES DE UMA FESTA NO SERTÃO”!!!
Decididamente, foi um domingo diferente, com o inconfundível verniz da
família cristã sertaneja que é, com certeza, a melhor e mais forte
instituição nacional, base mesma da Nacionalidade!
Barbalha, 13.11.2011. Napoleão Tavares Neves.
Com 11 filhos de três sucessivos e ajustados casamentos, Osmundo, sempre
alegre e sorridente, percorria as mesas postas de baixo de um frondoso
juazeiro, andando com desenvoltura e sem bengala, como se tivesse 18 anos!
Nunca vi coisa igual em um rijo varão de 98 anos que, ainda hoje, no seu
caminhão, faz semanalmente a linha Crato, Feira de Granito e do Parnamirim,
já planejando a comemoração do seu esperado Centenário. Impressionante!
Houve uma bonita para-liturgia feita por sua primogênita, Tezinha, ao fim da
qual, Osmundo declamou sem titubear, com voz forte e sem pestanejar um poema
do poeta sertanejo, Otacilio Pereira de Carvalho, arrancando aplausos e
admiração dos presentes!
Enquanto isto, “O SOL TIRAVA FAISCAS
DO LEITO DO BRIGIDA SECO”!
Até o calor sertanejo foi amenizado pela brisa que soprava nas margens do
Riacho da Brígida!
Tudo decorreu em agradável clima familiar sem uma só nota dissonante!
Ali estavam parentes, amigos e um vasto ciclo familiar integrado por 11
filhos e seus numerosos descendentes.
Um saboroso churrasco foi servido, seguido por um suculento e bem sertanejo
almoço, tudo isto ao ronco de uma sanfona que executava músicas bem
brejeiras de Luiz Gonzaga, o conhecido SAFONEIRO DO RIACHO DA BRÍGIDA,
segundo expressão do escritor Sinval Sá. E Osmundo ainda dançou um xote com
a esposa, Deuva!
Enquanto isto, netos e bisnetos do aniversariante, de deliciavam nas águas
de uma piscina ali mesmo fincada na sombra acolhedora de um juazeiro que,
até parece, renovou a sua folhagem para a bonita e rara comemoração.
E os belos e floridos pausdarcos das quebradas da Chapada do Araripe, como
que fizeram o pano de fundo do álacre evento, colorindo de lindo amarelo as
encostadas da Chapada, no seu lado pernambucano!
E aqui é o jeito repetir o cantador sertanejo, Lourival Bandeira:
“AO LONGE SINTO SAUDADES DE UMA FESTA NO SERTÃO”!!!
Decididamente, foi um domingo diferente, com o inconfundível verniz da
família cristã sertaneja que é, com certeza, a melhor e mais forte
instituição nacional, base mesma da Nacionalidade!
Barbalha, 13.11.2011. Napoleão Tavares Neves.
alegre e sorridente, percorria as mesas postas de baixo de um frondoso
juazeiro, andando com desenvoltura e sem bengala, como se tivesse 18 anos!
Nunca vi coisa igual em um rijo varão de 98 anos que, ainda hoje, no seu
caminhão, faz semanalmente a linha Crato, Feira de Granito e do Parnamirim,
já planejando a comemoração do seu esperado Centenário. Impressionante!
Houve uma bonita para-liturgia feita por sua primogênita, Tezinha, ao fim da
qual, Osmundo declamou sem titubear, com voz forte e sem pestanejar um poema
do poeta sertanejo, Otacilio Pereira de Carvalho, arrancando aplausos e
admiração dos presentes!
Enquanto isto, “O SOL TIRAVA FAISCAS
DO LEITO DO BRIGIDA SECO”!
Até o calor sertanejo foi amenizado pela brisa que soprava nas margens do
Riacho da Brígida!
Tudo decorreu em agradável clima familiar sem uma só nota dissonante!
Ali estavam parentes, amigos e um vasto ciclo familiar integrado por 11
filhos e seus numerosos descendentes.
Um saboroso churrasco foi servido, seguido por um suculento e bem sertanejo
almoço, tudo isto ao ronco de uma sanfona que executava músicas bem
brejeiras de Luiz Gonzaga, o conhecido SAFONEIRO DO RIACHO DA BRÍGIDA,
segundo expressão do escritor Sinval Sá. E Osmundo ainda dançou um xote com
a esposa, Deuva!
Enquanto isto, netos e bisnetos do aniversariante, de deliciavam nas águas
de uma piscina ali mesmo fincada na sombra acolhedora de um juazeiro que,
até parece, renovou a sua folhagem para a bonita e rara comemoração.E os belos e floridos pausdarcos das quebradas da Chapada do Araripe, como
que fizeram o pano de fundo do álacre evento, colorindo de lindo amarelo as
encostadas da Chapada, no seu lado pernambucano!
E aqui é o jeito repetir o cantador sertanejo, Lourival Bandeira:
“AO LONGE SINTO SAUDADES DE UMA FESTA NO SERTÃO”!!!
Decididamente, foi um domingo diferente, com o inconfundível verniz da
família cristã sertaneja que é, com certeza, a melhor e mais forte
instituição nacional, base mesma da Nacionalidade!
Barbalha, 13.11.2011. Napoleão Tavares Neves.
Assinar:
Postagens (Atom)

