17 agosto 2011
11 agosto 2011
14 de Agosto Dia dos Pais
Meu Pai
" Tenho chamo...
" Tenho chamo...
sei que me ouves onde estas.
Mas não consigo ouvir sua voz
te busco... não te encontro.
Sei que estas do meu lado...não posso te ver
só essa dor infinda no peito....
essa saudade que dói...machuca."
Recebam nosso abraço neste dia tão especial.
14 de Agosto Dia dos Pais
Meu Pai
" Tenho chamo...
" Tenho chamo...
sei que me ouves onde estas.
Mas não consigo ouvir sua voz
te busco... não te encontro.
Sei que estas do meu lado...não posso te ver
só essa dor infinda no peito....
essa saudade que dói...machuca."
Recebam nosso abraço neste dia tão especial.
Para Hugo - Feliz Aniversário!
"O que sinto por Você
É inexplicável
Se não fosse inexplicável
Seria muito difícil dizer
Se não fosse difícil dizer
Não seria amor pra valer
E, se fosse fácil dizer
Seriam duas palavras
AMO VOCÊ."
Tomando emprestado as palavras do poeta, queremos lhe dizer que é isto que sentimos por Você.
Um beijo e um abraço carinhosos no seu coração
De seus pais Cacainha e Zermano
Um beijo e um abraço carinhosos no seu coração
De seus pais Cacainha e Zermano
Para Hugo - Feliz Aniversário!
"O que sinto por Você
É inexplicável
Se não fosse inexplicável
Seria muito difícil dizer
Se não fosse difícil dizer
Não seria amor pra valer
E, se fosse fácil dizer
Seriam duas palavras
AMO VOCÊ."
Tomando emprestado as palavras do poeta, queremos lhe dizer que é isto que sentimos por Você.
Um beijo e um abraço carinhosos no seu coração
De seus pais Cacainha e Zermano
Um beijo e um abraço carinhosos no seu coração
De seus pais Cacainha e Zermano
09 agosto 2011
Memórias de Infância
Briga de galos
Vamos lá Abdias, você diz que tem um galo bom de briga, mas quero ver se ele agüenta o repuxo de um galo Bola de Ouro! O bicho é forte, pesado e o negócio é o seguinte: vamos deixar os galos brigar até morrer, topa? Sim, mas como vamos fazer? Desta vez vamos pegar o galo lá em casa e depois trazemos para o terreiro do teu galo, mas precisa ser com muita calma e cautela, pois Badé não pode ver, nem saber dessa briga de galos! Saímos-nos bem, mas não foi fácil, esperamos a hora certa, pegamos o Bola de Ouro, fomos com ele até a casa do amigo Abdias e sabíamos que tínhamos pouco tempo, pois com certeza Badé iria sentir a falta do galo, pois ele era o dono do terreiro lá de casa. Chegando lá, eu vi que se tratava de um galo Inglês, ainda novo, mas como o nosso galo era velho, com esporões de uns cinco centímetros, eu estava certo que ganharia a aposta!
Solto o Bola de Ouro, esse logo partiu para cima do Inglês, deu-lhe umas três bordoadas e saiu em disparada para casa! O pior de tudo foi que o Inglês seguiu o nosso galo e nesse momento eu tive medo! Chegando em casa, foi uma confusão só, outros galos se meteram na briga, as galinhas ficaram nervosas e Badé apareceu dizendo enfaticamente: “Marco, o que você anda fazendo com o galo de Tânia?” “Tirem esse galo estranho daqui”! Pegamos o galo Inglês e o levamos de volta para a casa do Abdias.
Nessa época se encontrava em Pilões o Sr. Guabiraba, o homem do dinheiro, vindo de Fortaleza para o pagamento mensal dos funcionários do Posto Agrícola de Pilões e ele, justo nesse dia, foi almoçar lá em casa. Durante o almoço eu chamei Badé e perguntei: esse é o galo de Tânia ou é pato? Badé respondeu: “Marcos, você se comporte” e papai comentou: “não, Mano, é carne de frango”. Badé me chamou para a cozinha e disse: “Tânia não pode saber que esse era o galo dela e você trate de ficar calado e de almoçar”. Eu retornei a mesa, mas mamãe
perguntou: “Marcos, você quer um pouco mais de suco de graviola?” Eu respondi: Não, eu quero é mais um pedaço do galo de Tânia!
Dr. Manim
02/06/2011
Vamos lá Abdias, você diz que tem um galo bom de briga, mas quero ver se ele agüenta o repuxo de um galo Bola de Ouro! O bicho é forte, pesado e o negócio é o seguinte: vamos deixar os galos brigar até morrer, topa? Sim, mas como vamos fazer? Desta vez vamos pegar o galo lá em casa e depois trazemos para o terreiro do teu galo, mas precisa ser com muita calma e cautela, pois Badé não pode ver, nem saber dessa briga de galos! Saímos-nos bem, mas não foi fácil, esperamos a hora certa, pegamos o Bola de Ouro, fomos com ele até a casa do amigo Abdias e sabíamos que tínhamos pouco tempo, pois com certeza Badé iria sentir a falta do galo, pois ele era o dono do terreiro lá de casa. Chegando lá, eu vi que se tratava de um galo Inglês, ainda novo, mas como o nosso galo era velho, com esporões de uns cinco centímetros, eu estava certo que ganharia a aposta!
Solto o Bola de Ouro, esse logo partiu para cima do Inglês, deu-lhe umas três bordoadas e saiu em disparada para casa! O pior de tudo foi que o Inglês seguiu o nosso galo e nesse momento eu tive medo! Chegando em casa, foi uma confusão só, outros galos se meteram na briga, as galinhas ficaram nervosas e Badé apareceu dizendo enfaticamente: “Marco, o que você anda fazendo com o galo de Tânia?” “Tirem esse galo estranho daqui”! Pegamos o galo Inglês e o levamos de volta para a casa do Abdias.
Nessa época se encontrava em Pilões o Sr. Guabiraba, o homem do dinheiro, vindo de Fortaleza para o pagamento mensal dos funcionários do Posto Agrícola de Pilões e ele, justo nesse dia, foi almoçar lá em casa. Durante o almoço eu chamei Badé e perguntei: esse é o galo de Tânia ou é pato? Badé respondeu: “Marcos, você se comporte” e papai comentou: “não, Mano, é carne de frango”. Badé me chamou para a cozinha e disse: “Tânia não pode saber que esse era o galo dela e você trate de ficar calado e de almoçar”. Eu retornei a mesa, mas mamãe
perguntou: “Marcos, você quer um pouco mais de suco de graviola?” Eu respondi: Não, eu quero é mais um pedaço do galo de Tânia!
Dr. Manim
02/06/2011
Memórias de Infância
Briga de galos
Vamos lá Abdias, você diz que tem um galo bom de briga, mas quero ver se ele agüenta o repuxo de um galo Bola de Ouro! O bicho é forte, pesado e o negócio é o seguinte: vamos deixar os galos brigar até morrer, topa? Sim, mas como vamos fazer? Desta vez vamos pegar o galo lá em casa e depois trazemos para o terreiro do teu galo, mas precisa ser com muita calma e cautela, pois Badé não pode ver, nem saber dessa briga de galos! Saímos-nos bem, mas não foi fácil, esperamos a hora certa, pegamos o Bola de Ouro, fomos com ele até a casa do amigo Abdias e sabíamos que tínhamos pouco tempo, pois com certeza Badé iria sentir a falta do galo, pois ele era o dono do terreiro lá de casa. Chegando lá, eu vi que se tratava de um galo Inglês, ainda novo, mas como o nosso galo era velho, com esporões de uns cinco centímetros, eu estava certo que ganharia a aposta!
Solto o Bola de Ouro, esse logo partiu para cima do Inglês, deu-lhe umas três bordoadas e saiu em disparada para casa! O pior de tudo foi que o Inglês seguiu o nosso galo e nesse momento eu tive medo! Chegando em casa, foi uma confusão só, outros galos se meteram na briga, as galinhas ficaram nervosas e Badé apareceu dizendo enfaticamente: “Marco, o que você anda fazendo com o galo de Tânia?” “Tirem esse galo estranho daqui”! Pegamos o galo Inglês e o levamos de volta para a casa do Abdias.
Nessa época se encontrava em Pilões o Sr. Guabiraba, o homem do dinheiro, vindo de Fortaleza para o pagamento mensal dos funcionários do Posto Agrícola de Pilões e ele, justo nesse dia, foi almoçar lá em casa. Durante o almoço eu chamei Badé e perguntei: esse é o galo de Tânia ou é pato? Badé respondeu: “Marcos, você se comporte” e papai comentou: “não, Mano, é carne de frango”. Badé me chamou para a cozinha e disse: “Tânia não pode saber que esse era o galo dela e você trate de ficar calado e de almoçar”. Eu retornei a mesa, mas mamãe
perguntou: “Marcos, você quer um pouco mais de suco de graviola?” Eu respondi: Não, eu quero é mais um pedaço do galo de Tânia!
Dr. Manim
02/06/2011
Vamos lá Abdias, você diz que tem um galo bom de briga, mas quero ver se ele agüenta o repuxo de um galo Bola de Ouro! O bicho é forte, pesado e o negócio é o seguinte: vamos deixar os galos brigar até morrer, topa? Sim, mas como vamos fazer? Desta vez vamos pegar o galo lá em casa e depois trazemos para o terreiro do teu galo, mas precisa ser com muita calma e cautela, pois Badé não pode ver, nem saber dessa briga de galos! Saímos-nos bem, mas não foi fácil, esperamos a hora certa, pegamos o Bola de Ouro, fomos com ele até a casa do amigo Abdias e sabíamos que tínhamos pouco tempo, pois com certeza Badé iria sentir a falta do galo, pois ele era o dono do terreiro lá de casa. Chegando lá, eu vi que se tratava de um galo Inglês, ainda novo, mas como o nosso galo era velho, com esporões de uns cinco centímetros, eu estava certo que ganharia a aposta!
Solto o Bola de Ouro, esse logo partiu para cima do Inglês, deu-lhe umas três bordoadas e saiu em disparada para casa! O pior de tudo foi que o Inglês seguiu o nosso galo e nesse momento eu tive medo! Chegando em casa, foi uma confusão só, outros galos se meteram na briga, as galinhas ficaram nervosas e Badé apareceu dizendo enfaticamente: “Marco, o que você anda fazendo com o galo de Tânia?” “Tirem esse galo estranho daqui”! Pegamos o galo Inglês e o levamos de volta para a casa do Abdias.
Nessa época se encontrava em Pilões o Sr. Guabiraba, o homem do dinheiro, vindo de Fortaleza para o pagamento mensal dos funcionários do Posto Agrícola de Pilões e ele, justo nesse dia, foi almoçar lá em casa. Durante o almoço eu chamei Badé e perguntei: esse é o galo de Tânia ou é pato? Badé respondeu: “Marcos, você se comporte” e papai comentou: “não, Mano, é carne de frango”. Badé me chamou para a cozinha e disse: “Tânia não pode saber que esse era o galo dela e você trate de ficar calado e de almoçar”. Eu retornei a mesa, mas mamãe
perguntou: “Marcos, você quer um pouco mais de suco de graviola?” Eu respondi: Não, eu quero é mais um pedaço do galo de Tânia!
Dr. Manim
02/06/2011
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