11 agosto 2011

Para Hugo - Feliz Aniversário!


"O que sinto por Você
É inexplicável
Se não fosse inexplicável
Seria muito difícil dizer
Se não fosse difícil dizer
Não seria amor pra valer
E, se fosse fácil dizer
Seriam duas palavras
AMO VOCÊ."
Tomando emprestado as palavras do poeta, queremos lhe dizer que é isto que sentimos por Você.
Um beijo e um abraço carinhosos no seu coração
De seus pais Cacainha e Zermano 

Para Hugo - Feliz Aniversário!


"O que sinto por Você
É inexplicável
Se não fosse inexplicável
Seria muito difícil dizer
Se não fosse difícil dizer
Não seria amor pra valer
E, se fosse fácil dizer
Seriam duas palavras
AMO VOCÊ."
Tomando emprestado as palavras do poeta, queremos lhe dizer que é isto que sentimos por Você.
Um beijo e um abraço carinhosos no seu coração
De seus pais Cacainha e Zermano 

09 agosto 2011

Memórias de Infância

Briga de galos
Vamos lá Abdias, você diz que tem um galo bom de briga, mas quero ver se ele agüenta o repuxo de um galo Bola de Ouro! O bicho é forte, pesado e o negócio é o seguinte: vamos deixar os galos brigar até morrer, topa? Sim, mas como vamos fazer? Desta vez vamos pegar o galo lá em casa e depois trazemos para o terreiro do teu galo, mas precisa ser com muita calma e cautela, pois Badé não pode ver, nem saber dessa briga de galos! Saímos-nos bem, mas não foi fácil, esperamos a hora certa, pegamos o Bola de Ouro, fomos com ele até a casa do amigo Abdias e sabíamos que tínhamos pouco tempo, pois com certeza Badé iria sentir a falta do galo, pois ele era o dono do terreiro lá de casa. Chegando lá, eu vi que se tratava de um galo Inglês, ainda novo, mas como o nosso galo era velho, com esporões de uns cinco centímetros, eu estava certo que ganharia a aposta!
Solto o Bola de Ouro, esse logo partiu para cima do Inglês, deu-lhe umas três bordoadas e saiu em disparada para casa! O pior de tudo foi que o Inglês seguiu o nosso galo e nesse momento eu tive medo! Chegando em casa, foi uma confusão só, outros galos se meteram na briga, as galinhas ficaram nervosas e Badé apareceu dizendo enfaticamente: “Marco, o que você anda fazendo com o galo de Tânia?” “Tirem esse galo estranho daqui”! Pegamos o galo Inglês e o levamos de volta para a casa do Abdias.
Nessa época se encontrava em Pilões o Sr. Guabiraba, o homem do dinheiro, vindo de Fortaleza para o pagamento mensal dos funcionários do Posto Agrícola de Pilões e ele, justo nesse dia, foi almoçar lá em casa. Durante o almoço eu chamei Badé e perguntei: esse é o galo de Tânia ou é pato? Badé respondeu: “Marcos, você se comporte” e papai comentou: “não, Mano, é carne de frango”. Badé me chamou para a cozinha e disse: “Tânia não pode saber que esse era o galo dela e você trate de ficar calado e de almoçar”. Eu retornei a mesa, mas mamãe
perguntou: “Marcos, você quer um pouco mais de suco de graviola?” Eu respondi: Não, eu quero é mais um pedaço do galo de Tânia!
Dr. Manim
02/06/2011

Memórias de Infância

Briga de galos
Vamos lá Abdias, você diz que tem um galo bom de briga, mas quero ver se ele agüenta o repuxo de um galo Bola de Ouro! O bicho é forte, pesado e o negócio é o seguinte: vamos deixar os galos brigar até morrer, topa? Sim, mas como vamos fazer? Desta vez vamos pegar o galo lá em casa e depois trazemos para o terreiro do teu galo, mas precisa ser com muita calma e cautela, pois Badé não pode ver, nem saber dessa briga de galos! Saímos-nos bem, mas não foi fácil, esperamos a hora certa, pegamos o Bola de Ouro, fomos com ele até a casa do amigo Abdias e sabíamos que tínhamos pouco tempo, pois com certeza Badé iria sentir a falta do galo, pois ele era o dono do terreiro lá de casa. Chegando lá, eu vi que se tratava de um galo Inglês, ainda novo, mas como o nosso galo era velho, com esporões de uns cinco centímetros, eu estava certo que ganharia a aposta!
Solto o Bola de Ouro, esse logo partiu para cima do Inglês, deu-lhe umas três bordoadas e saiu em disparada para casa! O pior de tudo foi que o Inglês seguiu o nosso galo e nesse momento eu tive medo! Chegando em casa, foi uma confusão só, outros galos se meteram na briga, as galinhas ficaram nervosas e Badé apareceu dizendo enfaticamente: “Marco, o que você anda fazendo com o galo de Tânia?” “Tirem esse galo estranho daqui”! Pegamos o galo Inglês e o levamos de volta para a casa do Abdias.
Nessa época se encontrava em Pilões o Sr. Guabiraba, o homem do dinheiro, vindo de Fortaleza para o pagamento mensal dos funcionários do Posto Agrícola de Pilões e ele, justo nesse dia, foi almoçar lá em casa. Durante o almoço eu chamei Badé e perguntei: esse é o galo de Tânia ou é pato? Badé respondeu: “Marcos, você se comporte” e papai comentou: “não, Mano, é carne de frango”. Badé me chamou para a cozinha e disse: “Tânia não pode saber que esse era o galo dela e você trate de ficar calado e de almoçar”. Eu retornei a mesa, mas mamãe
perguntou: “Marcos, você quer um pouco mais de suco de graviola?” Eu respondi: Não, eu quero é mais um pedaço do galo de Tânia!
Dr. Manim
02/06/2011

07 agosto 2011

SÓIS QUENTES

Juntou os bregueços, botou o pé na estrada e tome léguas... Para trás, um sol escaldante, um roçado infértil, uma mulher fértil e cinco filhos pequenos. Todo ano vinha aquela vontade, mas agora era pra valer. O Sudeste maravilha o esperava, a sorte estava lançada. Seus planos, sua vida, tudo mal cabia em sua cabeça, num sentimento só misturado com a saudade. Seus santos o protegeriam na terra distante e desconhecida. Tinha fé. O futuro? A Deus pertence, desde cedo aprendera. E tome léguas... Em São Paulo, sem roçado, sem mulher, sem filhos, apenas com a saudade preenchendo a alma, fazia um sol danado de quente.
Xico Bizerra (Croniquetas de uma manhã de Sol)

SÓIS QUENTES

Juntou os bregueços, botou o pé na estrada e tome léguas... Para trás, um sol escaldante, um roçado infértil, uma mulher fértil e cinco filhos pequenos. Todo ano vinha aquela vontade, mas agora era pra valer. O Sudeste maravilha o esperava, a sorte estava lançada. Seus planos, sua vida, tudo mal cabia em sua cabeça, num sentimento só misturado com a saudade. Seus santos o protegeriam na terra distante e desconhecida. Tinha fé. O futuro? A Deus pertence, desde cedo aprendera. E tome léguas... Em São Paulo, sem roçado, sem mulher, sem filhos, apenas com a saudade preenchendo a alma, fazia um sol danado de quente.
Xico Bizerra (Croniquetas de uma manhã de Sol)

05 agosto 2011

JOSÉ MACÁRIO DE BRITO.

Foto registrada no dia 27 de Junho de 1966   quando
 morávamos no Açude do Cedro em  Quixadá CE
Filho de: MACÁRIO VIEIRA DE BRITO e EUFRÁZIA DE MORAIS REGO.
Avós paternos: PEDRO VIEIRA DE BRITO e IZABEL ÁGUIDA DE BRITO.
Avós maternos: GABRIEL DE MORAIS REGO e JOAQUINA FRANCISCA DE BRITO.
Nascido em 06 de Junho de 1918, no Sítio Malhada, Ponta da Serra, em Crato – Ceará.
Fez o curso ginasial no Ginásio Diocesano do Crato, o colegial no Liceu do Ceará em Fortaleza, e o curso superior na Escola Agronômica do Ceará, que foi concluído no ano de 1945. Fez curso de especialização em Solos, em Areias, na Paraíba e vários Cursos a Distância, através do Instituto Universal Brasileiro, como Mecânica, Eletricidade, Veterinária, Primeiros Socorros, etc., o que demonstra a sua autonomia e capacidade de resolver problemas naqueles tempos difíceis nos sertões do nordeste brasileiro.
Foi nomeado Engenheiro Agrônomo no DNOSC (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) e designado para chefiar o Posto Agrícola do São Francisco, em Pernambuco.
Posteriormente foi transferido para o Posto AgrÍcola de Pilões, na Paraíba, onde trabalhou 12 anos.
Chefiou também os Postos Agrícolas de Lima Campos distrito de Icó/CE, e o do Açude de Cedro, em Quixadá/CE.
Finalmente, foi transferido para a 2a. Diretoria do DNOSC, em Fortaleza.
Implantou vários projetos de irrigação nos perímetros irrigados de Morada Nova e Paraipaba, participou dos levantamentos topográficos e da desaproriação de terras para a construção do açude público Tomás Osterne de Alencar (Umarí), perenizando o rio Carás.
Homem de caráter íntegro dedicou sua vida a família e ao trabalho.
Faleceu em 1982 em Fortaleza, deixando sua esposa Dona Zita Neves Aires de Brito com oito filhos, mas na época todos já encaminhados para a vida.
Quero deixar esta homenagem a nosso Pai, que se ainda estivesse em nosso convivio estariamos comemorando  seus noventa e três anos. 
JOSÉ MACÁRIO DE BRITO.

Foto registrada no dia 27 de Junho de 1966   quando
 morávamos no Açude do Cedro em  Quixadá CE
Filho de: MACÁRIO VIEIRA DE BRITO e EUFRÁZIA DE MORAIS REGO.
Avós paternos: PEDRO VIEIRA DE BRITO e IZABEL ÁGUIDA DE BRITO.
Avós maternos: GABRIEL DE MORAIS REGO e JOAQUINA FRANCISCA DE BRITO.
Nascido em 06 de Junho de 1918, no Sítio Malhada, Ponta da Serra, em Crato – Ceará.
Fez o curso ginasial no Ginásio Diocesano do Crato, o colegial no Liceu do Ceará em Fortaleza, e o curso superior na Escola Agronômica do Ceará, que foi concluído no ano de 1945. Fez curso de especialização em Solos, em Areias, na Paraíba e vários Cursos a Distância, através do Instituto Universal Brasileiro, como Mecânica, Eletricidade, Veterinária, Primeiros Socorros, etc., o que demonstra a sua autonomia e capacidade de resolver problemas naqueles tempos difíceis nos sertões do nordeste brasileiro.
Foi nomeado Engenheiro Agrônomo no DNOSC (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) e designado para chefiar o Posto Agrícola do São Francisco, em Pernambuco.
Posteriormente foi transferido para o Posto AgrÍcola de Pilões, na Paraíba, onde trabalhou 12 anos.
Chefiou também os Postos Agrícolas de Lima Campos distrito de Icó/CE, e o do Açude de Cedro, em Quixadá/CE.
Finalmente, foi transferido para a 2a. Diretoria do DNOSC, em Fortaleza.
Implantou vários projetos de irrigação nos perímetros irrigados de Morada Nova e Paraipaba, participou dos levantamentos topográficos e da desaproriação de terras para a construção do açude público Tomás Osterne de Alencar (Umarí), perenizando o rio Carás.
Homem de caráter íntegro dedicou sua vida a família e ao trabalho.
Faleceu em 1982 em Fortaleza, deixando sua esposa Dona Zita Neves Aires de Brito com oito filhos, mas na época todos já encaminhados para a vida.
Quero deixar esta homenagem a nosso Pai, que se ainda estivesse em nosso convivio estariamos comemorando  seus noventa e três anos.