12 junho 2011

...e o amor está no ar.

Aos namorados e enamorados, nosso abraço  neste 12 de Junho de 2011
...e o amor está no ar.

Aos namorados e enamorados, nosso abraço  neste 12 de Junho de 2011

10 junho 2011

Centenário de Nascimento Amadeu Carvalho Brito. (1911-2011)

Amadeu Carvalho Brito foi o quarto filho do casal Manoel Vieira de Brito (Britinho) e Maria de Carvalho Brito (Mariinha). Nasceu em Crato no dia 14 de Junho de 1911. Casou-se com Maria de Lourdes Jurumenha Brito e tiveram os filhos: Ronald, Altair, Edmilson e Maria Socorro.
Nosso pai, na sua simplicidade, apresentava uma individualidade marcante de altos predicados cívicos e morais, que merecem ter por nos, seus filhos, um exemplo digno de ser imitado. Pai presente, dedicado e marido amoroso.
Nosso entusiasmo avulta-se mais ainda, quando testemunhamos o reconhecimento dos juazeirenses pelo seu trabalho à frente da antiga autarquia do IAPC. Essa admiração ao cidadão Amadeu é tanto mais significativa quando sabemos que ele ofereceu, à época, às autoridades, sua colaboração espontânea. Foi ele que com denodo, valor e desinteresse, implantou parte da previdência na terra do Pe. Cícero e a ela emprestou sua colaboração decisiva.
Vale a pena citar aqui dois pequenos trechos do laudatório pronunciado pelo engenheiro e escritor Antonio Renato Soares Casimiro, quando da entrega da comenda “Memórias de Juazeiro” pela Associação dos Filhos e Afilhados de Juazeiro do Norte (AFAJ) aos familiares de Amadeu.
“... Deizando a vida do campo em 1950, Amadeu iniciou seu trabalho como correspondente do antigo IAPC – Instituto de Aposentadoria e Pensão dos Comerciários. Ele, sozinho, era por assim dizer uma autarquia. Presenciei muitas vezes como ele carregava, rua acima, rua abaixo, aquela bolsa, a papelada de cobrança e de atenções para com os segurados da então previdência do comércio...”
“ ... Seu Amadeu era um homem manso e bom. Muito querido pelo seu vasto círculo de amizades, não só familiar, como do Cariri, principalmente, onde dedicou toda sua existência. Quem lê as obra de sue filho, Cel. José Ronald Brito, pode muito bem aquilatar a elevação do seu espírito. Ali não se lê vulgaridade, mas um bom humor, este sentido maior de bem estar com a vida, a família e os amigos, em busca deste lado alegre e divertido do viver. Amadeu Carvalho Brito não foi só um exímio e fértil contador de histórias do seu tempo. Ele foi estilo de homem que dignificou a própria razão de existir, de pensar, de sonhar e principalmente, de servir. Uma grande saudade que ficou para todos nós...”
Fortaleza, 14 de Junho de 2011.
José Ronald Brito.
Foi realizada missa no dia 09 deste mes, na Paróquia de Santa Luzia em Fortaleza, com a presença dos familiares e amigos.
Centenário de Nascimento Amadeu Carvalho Brito. (1911-2011)

Amadeu Carvalho Brito foi o quarto filho do casal Manoel Vieira de Brito (Britinho) e Maria de Carvalho Brito (Mariinha). Nasceu em Crato no dia 14 de Junho de 1911. Casou-se com Maria de Lourdes Jurumenha Brito e tiveram os filhos: Ronald, Altair, Edmilson e Maria Socorro.
Nosso pai, na sua simplicidade, apresentava uma individualidade marcante de altos predicados cívicos e morais, que merecem ter por nos, seus filhos, um exemplo digno de ser imitado. Pai presente, dedicado e marido amoroso.
Nosso entusiasmo avulta-se mais ainda, quando testemunhamos o reconhecimento dos juazeirenses pelo seu trabalho à frente da antiga autarquia do IAPC. Essa admiração ao cidadão Amadeu é tanto mais significativa quando sabemos que ele ofereceu, à época, às autoridades, sua colaboração espontânea. Foi ele que com denodo, valor e desinteresse, implantou parte da previdência na terra do Pe. Cícero e a ela emprestou sua colaboração decisiva.
Vale a pena citar aqui dois pequenos trechos do laudatório pronunciado pelo engenheiro e escritor Antonio Renato Soares Casimiro, quando da entrega da comenda “Memórias de Juazeiro” pela Associação dos Filhos e Afilhados de Juazeiro do Norte (AFAJ) aos familiares de Amadeu.
“... Deizando a vida do campo em 1950, Amadeu iniciou seu trabalho como correspondente do antigo IAPC – Instituto de Aposentadoria e Pensão dos Comerciários. Ele, sozinho, era por assim dizer uma autarquia. Presenciei muitas vezes como ele carregava, rua acima, rua abaixo, aquela bolsa, a papelada de cobrança e de atenções para com os segurados da então previdência do comércio...”
“ ... Seu Amadeu era um homem manso e bom. Muito querido pelo seu vasto círculo de amizades, não só familiar, como do Cariri, principalmente, onde dedicou toda sua existência. Quem lê as obra de sue filho, Cel. José Ronald Brito, pode muito bem aquilatar a elevação do seu espírito. Ali não se lê vulgaridade, mas um bom humor, este sentido maior de bem estar com a vida, a família e os amigos, em busca deste lado alegre e divertido do viver. Amadeu Carvalho Brito não foi só um exímio e fértil contador de histórias do seu tempo. Ele foi estilo de homem que dignificou a própria razão de existir, de pensar, de sonhar e principalmente, de servir. Uma grande saudade que ficou para todos nós...”
Fortaleza, 14 de Junho de 2011.
José Ronald Brito.
Foi realizada missa no dia 09 deste mes, na Paróquia de Santa Luzia em Fortaleza, com a presença dos familiares e amigos.

09 junho 2011

SE TU QUISER

se tu quiser 
eu invento um vento pra ventar o amor uma chuva bem chovida pra chover pé de fulô
pra tu ficar cheirosa e vir dançar mais eu
se tu quiser
poemo um poema bem cheio de rima
acendo a estrela mais bonita la de cima
faço tudo que puder pra tu ficar mais eu
se tu quiser
eu crio um sentimento pra gente se amar
descubro um jeito novo de te abraçar
te beijo com um beijo que ninguém nunca beijou
se tu quiser
basta me dizer que eu irei correndo
é só me avisar que tu tá me querendo
e o mundo vai saber o que é um grande amor
Xico Bizerra

SE TU QUISER

se tu quiser 
eu invento um vento pra ventar o amor uma chuva bem chovida pra chover pé de fulô
pra tu ficar cheirosa e vir dançar mais eu
se tu quiser
poemo um poema bem cheio de rima
acendo a estrela mais bonita la de cima
faço tudo que puder pra tu ficar mais eu
se tu quiser
eu crio um sentimento pra gente se amar
descubro um jeito novo de te abraçar
te beijo com um beijo que ninguém nunca beijou
se tu quiser
basta me dizer que eu irei correndo
é só me avisar que tu tá me querendo
e o mundo vai saber o que é um grande amor
Xico Bizerra

01 junho 2011

Ti Mano (meu moreno, O Patriarca)
Os ensinamentos que o SR. me repassou, muitas vezes até sem querer, estão entre os mais importantes que recebi. Hoje no meu discurso de formatura, não poderia deixar de me referir a um deles, talvez o maior, sua marca registrada.
Peço licença para mensioná-lo.
Afinal, não poderia faltar a esses novos bacharéis a principal lição de um “ex-aluno”.  “Um grande sábio me ensinou”... 
“É mais ou menos por aí” ... 
Um beijo da Morena enxerida- que agora exige respeito ( risos). Naiana 
...Todavia, tenho percebido que, quanto mais conhecimento os profissionais têm adquirido, menos humilde eles têm ficado. Isto se dá porque, como um grande sábio me ensinou, existem três tipos diferentes de humildade. A humildade por necessidade, a humildade por ignorância, e a humildade por convicção. As dus primeiras só existem em circunstâncias adversas e, sumindo estas, a humildade igualmente desaparece. A humildade por convicção, por sua vez, como aquela que possui Edvaldo, quanto mais crescemos, mais nos deixa conscientes do quanto ainda somos pequenos e nada melhores do que os outros... 
Recife, 22 de Dezembro de 2008. 
Obs.: em seu discurso, Naiana faz referência a todos os seus colegas de turma, sendo Evaldo citado no parágrafo acima um deles.
Ti Mano (meu moreno, O Patriarca)
Os ensinamentos que o SR. me repassou, muitas vezes até sem querer, estão entre os mais importantes que recebi. Hoje no meu discurso de formatura, não poderia deixar de me referir a um deles, talvez o maior, sua marca registrada.
Peço licença para mensioná-lo.
Afinal, não poderia faltar a esses novos bacharéis a principal lição de um “ex-aluno”.  “Um grande sábio me ensinou”... 
“É mais ou menos por aí” ... 
Um beijo da Morena enxerida- que agora exige respeito ( risos). Naiana 
...Todavia, tenho percebido que, quanto mais conhecimento os profissionais têm adquirido, menos humilde eles têm ficado. Isto se dá porque, como um grande sábio me ensinou, existem três tipos diferentes de humildade. A humildade por necessidade, a humildade por ignorância, e a humildade por convicção. As dus primeiras só existem em circunstâncias adversas e, sumindo estas, a humildade igualmente desaparece. A humildade por convicção, por sua vez, como aquela que possui Edvaldo, quanto mais crescemos, mais nos deixa conscientes do quanto ainda somos pequenos e nada melhores do que os outros... 
Recife, 22 de Dezembro de 2008. 
Obs.: em seu discurso, Naiana faz referência a todos os seus colegas de turma, sendo Evaldo citado no parágrafo acima um deles.