21 maio 2011

A BAILARINA E OS INSANOS

Nize dançava e dançava. De todas as formas, de todos os jeitos. Dançava todos os passos e era uma alegria só. Cada compasso lhe trazia um alargar de sorriso como que a desafiar todos aqueles que a julgavam insana. Nize, calada, apenas dançava. E ria. A paz estava em seus pés, a alegria em seus passos, em seu sorriso, em sua alma. Seu dançar, contradizendo a lógica, era como um chamamento a um duelo, a uma derradeira e fatal disputa, entre ela, a que dançava, e todos aqueles que não escutavam a música. Enquanto isso, Nize dançava e dançava. E ria sem se importar. Os insanos apenas olhavam e nada ouviam.
Xico Bizerra
A BAILARINA E OS INSANOS

Nize dançava e dançava. De todas as formas, de todos os jeitos. Dançava todos os passos e era uma alegria só. Cada compasso lhe trazia um alargar de sorriso como que a desafiar todos aqueles que a julgavam insana. Nize, calada, apenas dançava. E ria. A paz estava em seus pés, a alegria em seus passos, em seu sorriso, em sua alma. Seu dançar, contradizendo a lógica, era como um chamamento a um duelo, a uma derradeira e fatal disputa, entre ela, a que dançava, e todos aqueles que não escutavam a música. Enquanto isso, Nize dançava e dançava. E ria sem se importar. Os insanos apenas olhavam e nada ouviam.
Xico Bizerra

08 maio 2011

Obrigada meu Deus por poder dividir mais um dia de minha vida  com minha MÃE
Parabens a todas as Mães
08 de Maio de 2011
Obrigada meu Deus por poder dividir mais um dia de minha vida  com minha MÃE
Parabens a todas as Mães
08 de Maio de 2011
 
VOVÔ MANO EU TE AMO MUITO!
PARABENS NESTE 08 DE MAIO DE 2011
 
VOVÔ MANO EU TE AMO MUITO!
PARABENS NESTE 08 DE MAIO DE 2011

07 maio 2011

ESTÓRIAS DE TIA DONINHA


A Purificação
Maria Carvalho Tia Doninha, era a filha mais nova dos meus bisavós paternos. Certa vez, quando ela fazia uma visita a seus parentes, os Cruz Neves, que moravam no Sítio Saco, àquela época município de Jardim, Doninha que era um pouco “avexadinha” em lá chegando, deparou-se com um morador do sítio bastante enfermo e porque não estava recebendo o asseio devido, exalava um mau cheiro de fazer dó. Então, ela diagnosticou que a pessoa estava doente porque não tomava banho. Providenciou logo um cozimento de tudo que era meizinha e contra a vontade de todos,  partiu pra lavação. Depois que ela purificou o corpo enfermo, ali mesmo no lavatório ele exalou o último suspiro, sob os olhares atônitos dos parentes.
Protestos em geral!
- Doninha, você matou o home!
- Éee, mas morreu limpo!!!

***********
O Vestido Apertado
Doninha numa de suas andanças pelo Crato, foi à casa de sua prima Sila Brito e pediu que fizesse um vestido para ela. Na hora da prova o decote ficou um pouco apertado e não deu pra vestir por causa de seu cocó que era meio grande. Não teve conversa, mais que de pressa pediu uma tesoura.


 - Pra que Doninha?

 Perguntou Sila assustada.
- Deixe por minha conta e não pergunte mais. Você vai ver!
E de uma tesourada só o coque caiu no chão.



Escrita por José Ronald Brito


ESTÓRIAS DE TIA DONINHA


A Purificação
Maria Carvalho Tia Doninha, era a filha mais nova dos meus bisavós paternos. Certa vez, quando ela fazia uma visita a seus parentes, os Cruz Neves, que moravam no Sítio Saco, àquela época município de Jardim, Doninha que era um pouco “avexadinha” em lá chegando, deparou-se com um morador do sítio bastante enfermo e porque não estava recebendo o asseio devido, exalava um mau cheiro de fazer dó. Então, ela diagnosticou que a pessoa estava doente porque não tomava banho. Providenciou logo um cozimento de tudo que era meizinha e contra a vontade de todos,  partiu pra lavação. Depois que ela purificou o corpo enfermo, ali mesmo no lavatório ele exalou o último suspiro, sob os olhares atônitos dos parentes.
Protestos em geral!
- Doninha, você matou o home!
- Éee, mas morreu limpo!!!

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O Vestido Apertado
Doninha numa de suas andanças pelo Crato, foi à casa de sua prima Sila Brito e pediu que fizesse um vestido para ela. Na hora da prova o decote ficou um pouco apertado e não deu pra vestir por causa de seu cocó que era meio grande. Não teve conversa, mais que de pressa pediu uma tesoura.


 - Pra que Doninha?

 Perguntou Sila assustada.
- Deixe por minha conta e não pergunte mais. Você vai ver!
E de uma tesourada só o coque caiu no chão.



Escrita por José Ronald Brito