04 agosto 2010

Para Descontrair

Olá amigos, li esta estória na internet e estou compartilhando com vocês.


Em São Paulo, um cara passou mal no meio da rua, caiu, e foi levado para o setor de emergência de um hospital particular, pertencente à Universidade Católica, e administrado totalmente por Freiras.
Lá, verificou-se que teria que ser urgentemente operado no coração, o que foi feito com êxito.
Quando acordou, a seu lado estava a Freira responsável pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:
- Caro Senhor, sua operação foi bem sucedida e o Senhor está salvo. Entretanto, um assunto precisa sua urgente atenção: como o Senhor pretende pagar a conta do hospital? O Senhor tem seguro-saúde?
- Não, Irmã.
- Tem cartão de crédito?
- Não, Irmã.
- Pode pagar em dinheiro?
- Não tenho dinheiro, Irmã.
- Em cheque, então?
- Também não, Irmã.
- Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?
- Ah... Irmã, eu tenho somente uma irmã solteirona, que é freira, mas não tem um tostão.
E a Freira corrigindo-o:
- Desculpe que lhe corrija, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse. Elas são casadas com Deus!
- Magnífico! Então, por favor, mande a conta pro meu cunhado!
E foi então, que nasceu a expressão: "Deus lhe pague".

Para Descontrair

Olá amigos, li esta estória na internet e estou compartilhando com vocês.


Em São Paulo, um cara passou mal no meio da rua, caiu, e foi levado para o setor de emergência de um hospital particular, pertencente à Universidade Católica, e administrado totalmente por Freiras.
Lá, verificou-se que teria que ser urgentemente operado no coração, o que foi feito com êxito.
Quando acordou, a seu lado estava a Freira responsável pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:
- Caro Senhor, sua operação foi bem sucedida e o Senhor está salvo. Entretanto, um assunto precisa sua urgente atenção: como o Senhor pretende pagar a conta do hospital? O Senhor tem seguro-saúde?
- Não, Irmã.
- Tem cartão de crédito?
- Não, Irmã.
- Pode pagar em dinheiro?
- Não tenho dinheiro, Irmã.
- Em cheque, então?
- Também não, Irmã.
- Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?
- Ah... Irmã, eu tenho somente uma irmã solteirona, que é freira, mas não tem um tostão.
E a Freira corrigindo-o:
- Desculpe que lhe corrija, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse. Elas são casadas com Deus!
- Magnífico! Então, por favor, mande a conta pro meu cunhado!
E foi então, que nasceu a expressão: "Deus lhe pague".

Estórias de Seu Deusim ...e outros

 DESTINO CERTO.
Tio Pio nos contou várias vêzes que em uma das grandes secas no Ceará ele resolveu ir embora para o Rio de Janeiro; a coisa aqui estava muito ruim. Como naquela época essa viagem era feita de navio, Ele foi ao porto do Mucuripe e, dirigindo-se ao despachante, travou com ele o seguinte diálogo:
- “Eu quero uma passagem para o Rio de Janeiro”.
- “Não há previsão de navio para o Rio; passou um, faz menos de uma semana.”
- “E aquele navio que está parado alí ? ”
- “Aquele alí vai é prá Manaus.”
- “Serve”.
E foi para o Amazonas onde viveu por muitos anos. Voltou com o mesmo dinheiro ou seja nenhum.
O CONTADOR DE ESTÓRIAS.
- Cumpade, tu sabe tanta estória boa, podia contar uma estorinha.
- Pois é cumpade, na seca de 22 a coisa aqui estava muito ruim; ninguém aguentava mais. Aí eu resolvi ir embora para o Rio de Janeiro. Fui de navio. Certa madrugada , o navio ia mais ou menos perto da costa de Maceió quando bateu numas pedras e começou a afundar. Foi quando eu acordei e fui sair; aí eu vi que a porta do camarim tava emperrada, nao consegui abrir. Você sabe que nessas horas agente precisa ter calma; então resolví sair pela escotilha, mas apareceu outro problema: a cabeça passava mas eu enganchava na altura dos ombros. Não encontrando outra solução, eu tirei toda a roupa, fiquei nu, passei uns óleos que ia levando, para o corpo ficar mais liso, consegui passar, caí na água e comecei a nadar, nadei muito. Quando já fazia uns quarenta e cinco minutos que eu estava nadando, apareceu um tubarão. Eu não tinha outra defesa; quando vi que o bicho vinha me atacar, metí a mão na cintura, puxei minha peixeira, e partí pra cima d’ele.
- Mas cumpade, tu não disse que tava nu?
-Ah! Bom rapaz, você não quer ouvir estória coisa nenhuma; você quer é discutir.

Estórias de Seu Deusim ...e outros

 DESTINO CERTO.
Tio Pio nos contou várias vêzes que em uma das grandes secas no Ceará ele resolveu ir embora para o Rio de Janeiro; a coisa aqui estava muito ruim. Como naquela época essa viagem era feita de navio, Ele foi ao porto do Mucuripe e, dirigindo-se ao despachante, travou com ele o seguinte diálogo:
- “Eu quero uma passagem para o Rio de Janeiro”.
- “Não há previsão de navio para o Rio; passou um, faz menos de uma semana.”
- “E aquele navio que está parado alí ? ”
- “Aquele alí vai é prá Manaus.”
- “Serve”.
E foi para o Amazonas onde viveu por muitos anos. Voltou com o mesmo dinheiro ou seja nenhum.
O CONTADOR DE ESTÓRIAS.
- Cumpade, tu sabe tanta estória boa, podia contar uma estorinha.
- Pois é cumpade, na seca de 22 a coisa aqui estava muito ruim; ninguém aguentava mais. Aí eu resolvi ir embora para o Rio de Janeiro. Fui de navio. Certa madrugada , o navio ia mais ou menos perto da costa de Maceió quando bateu numas pedras e começou a afundar. Foi quando eu acordei e fui sair; aí eu vi que a porta do camarim tava emperrada, nao consegui abrir. Você sabe que nessas horas agente precisa ter calma; então resolví sair pela escotilha, mas apareceu outro problema: a cabeça passava mas eu enganchava na altura dos ombros. Não encontrando outra solução, eu tirei toda a roupa, fiquei nu, passei uns óleos que ia levando, para o corpo ficar mais liso, consegui passar, caí na água e comecei a nadar, nadei muito. Quando já fazia uns quarenta e cinco minutos que eu estava nadando, apareceu um tubarão. Eu não tinha outra defesa; quando vi que o bicho vinha me atacar, metí a mão na cintura, puxei minha peixeira, e partí pra cima d’ele.
- Mas cumpade, tu não disse que tava nu?
-Ah! Bom rapaz, você não quer ouvir estória coisa nenhuma; você quer é discutir.

03 agosto 2010

Olá meus amigos estou voltando a publicar no nosso blog, depois da viagem que fiz a Floripa; desta vez com uma crônica do Xico Bizerra
A JANELA DA CASA DA FRENTE

Estava tão perto, bastava atravessar a rua onde morava meu avô. Do outro lado, ela e seu sorriso, à mesma distância. A vontade de ir até àquela janela do outro lado só era menor que a timidez que impedia seu atravessar. Coisa de adolescente. Sempre, à mesma hora, o ritual repetido: debruçar-se à janela, aprumar a vista para a casa de frente, sonhar. Sabia que ela tinha o mesmo desejo e a mesma timidez, talvez o mesmo sonho, por isso, o mesmo ritual. Era a melhor parte das férias. Numa tarde de um junho beirando julho passaram pela rua que nos separava quase 30 fuscas, duas freiras e uma carroça carregando móveis usados, puxada por um cavalo castanho. Meu irmão menor viu e contou. Eu mesmo nada percebera além do debruçamento da menina à minha frente. Apenas para ela tinha olhos. No fim do ano, a casa da janela enfeitada foi alugada. Foi a pior parte das férias. Numa tarde, contei 41 fuscas passando pela rua, a maioria deles branco. Duas freiras voltaram a passar, ambas de óculos. À tardinha, bem lentamente, passou uma carroça de saudades puxada por um cavalo azul.
Olá meus amigos estou voltando a publicar no nosso blog, depois da viagem que fiz a Floripa; desta vez com uma crônica do Xico Bizerra
A JANELA DA CASA DA FRENTE

Estava tão perto, bastava atravessar a rua onde morava meu avô. Do outro lado, ela e seu sorriso, à mesma distância. A vontade de ir até àquela janela do outro lado só era menor que a timidez que impedia seu atravessar. Coisa de adolescente. Sempre, à mesma hora, o ritual repetido: debruçar-se à janela, aprumar a vista para a casa de frente, sonhar. Sabia que ela tinha o mesmo desejo e a mesma timidez, talvez o mesmo sonho, por isso, o mesmo ritual. Era a melhor parte das férias. Numa tarde de um junho beirando julho passaram pela rua que nos separava quase 30 fuscas, duas freiras e uma carroça carregando móveis usados, puxada por um cavalo castanho. Meu irmão menor viu e contou. Eu mesmo nada percebera além do debruçamento da menina à minha frente. Apenas para ela tinha olhos. No fim do ano, a casa da janela enfeitada foi alugada. Foi a pior parte das férias. Numa tarde, contei 41 fuscas passando pela rua, a maioria deles branco. Duas freiras voltaram a passar, ambas de óculos. À tardinha, bem lentamente, passou uma carroça de saudades puxada por um cavalo azul.

23 julho 2010

Esta Sofia é uma danada, a última dela é apresentar um programa, juntamente com uma amiga francesa  Béryl, de uma hora de duração na rádio Campeche aqui de Florianópolisde que se chama "História da Música".  Seu primeiro programa foi sobre a  origem da Bossa Nova  e foi por lá que  fiquei sabendo que foram os baianos que amançaram o Samba e com isso o João Gilberto inventou a Bossa Nova. Só podia ser coisa de baiano, que não aguentando o rojão do samba, desaceleraram e com um jeito manso e descansado surgiu uma nova bossa (baiana) de cantar o samba. Veja só, e isso tudo ela repassou no programa, analisando a evolução do Samba à Bossa Nova. As duas iam se revesando, enquanto a Sofia, falava do João Gilberto a B (a francesa) falava do Henry Salvador e ambas apresentavam a influência da música francesa do Henry Salvador sobre a música do João Gilberto e vice versa.  As duas (Sofia e B) articularam e dividiram bem as entradas, os comentários e parecia que tudo foi bem ensaiado.
Parabens Sofia, tudo tem a sua primeira vez o importante é ter a coragem de começar.
Estou colocando aqui o link do programa.

 http://www.4shared.com/audio/J9BtIuRd/Programa_Histrias_da_Msica_Bry.html
Esta Sofia é uma danada, a última dela é apresentar um programa, juntamente com uma amiga francesa  Béryl, de uma hora de duração na rádio Campeche aqui de Florianópolisde que se chama "História da Música".  Seu primeiro programa foi sobre a  origem da Bossa Nova  e foi por lá que  fiquei sabendo que foram os baianos que amançaram o Samba e com isso o João Gilberto inventou a Bossa Nova. Só podia ser coisa de baiano, que não aguentando o rojão do samba, desaceleraram e com um jeito manso e descansado surgiu uma nova bossa (baiana) de cantar o samba. Veja só, e isso tudo ela repassou no programa, analisando a evolução do Samba à Bossa Nova. As duas iam se revesando, enquanto a Sofia, falava do João Gilberto a B (a francesa) falava do Henry Salvador e ambas apresentavam a influência da música francesa do Henry Salvador sobre a música do João Gilberto e vice versa.  As duas (Sofia e B) articularam e dividiram bem as entradas, os comentários e parecia que tudo foi bem ensaiado.
Parabens Sofia, tudo tem a sua primeira vez o importante é ter a coragem de começar.
Estou colocando aqui o link do programa.

 http://www.4shared.com/audio/J9BtIuRd/Programa_Histrias_da_Msica_Bry.html