Um grande abraço a todos os meus amigos...Além do Horizonte
09 julho 2010
"Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...
Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...
Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...
Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo...
Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!
A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos...
Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado... E nos perderemos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!!" Marcus Vinicius da Cruz de Mello Moraes, ou Viniciusde Moraes, (1913 - 1980) foi um diplomata, jornalista, poeta e compositor brasileiro e porque não dizer um boemio também. 30 anos de saudades.
"Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...
Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...
Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...
Podemos nos telefonar... conversar algumas bobagens. Aí os dias vão passar... meses... anos... até este contato tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo...
Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: Quem são aquelas pessoas? Diremos que eram nossos amigos. E... isso vai doer tanto!!! Foram meus amigos, foi com eles que vivi os melhores anos de minha vida!
A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. E entre lágrima nos abraçaremos...
Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado... E nos perderemos no tempo...
Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...
Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores... mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!!!" Marcus Vinicius da Cruz de Mello Moraes, ou Viniciusde Moraes, (1913 - 1980) foi um diplomata, jornalista, poeta e compositor brasileiro e porque não dizer um boemio também. 30 anos de saudades.
08 julho 2010
PRECE DE CÁRITAS Deus, nosso Pai, que sois todo Poder e Bondade,
Dai a força àquele que passa pela provação,
Dai a luz àquele que procura a verdade; Ponde no coração do homem a compaixão e a caridade! Deus, Dai ao viajor a estrela guia, Ao aflito a consolação, Ao doente o repouso. Pai, Dai ao culpado o arrependimento, Ao espírito a verdade, À criança o guia, E ao órfão o pai! Senhor, que a Vossa Bondade se estenda sobre tudo o que criastes. Piedade, Senhor, para aquele que vos não conhece, Esperança para aquele que sofre. Que a Vossa Bondade permita aos espíritos consoladores, Derramarem por toda a parte, a paz, a esperança, a fé. Deus! Um raio, uma faísca do Vosso Amor pode abrasar a Terra; Deixai-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita, E todas as lágrimas secarão, Todas as dores se acalmarão. E um só coração, um só pensamento subirá até Vós, Como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, Nós Vos esperamos com os braços abertos, Oh Poder!, oh Bondade!, oh Beleza!, oh Perfeição!, E queremos de alguma sorte merecer a Vossa Divina Misericórdia. Deus, dai-nos a força para ajudar o progresso, Afim de subirmos até Vós; Dai-nos a caridade pura, Dai-nos a fé e a razão; Dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas o espelho onde se refletirá a Vossa Divina e Santa Imagem. Assim Seja. A Prece de Cáritas foi psicografada na noite de Natal, 25 de dezembro, do ano de 1873, ditada pela suave Cáritas que era um espírito que se comunicava através de uma das grandes médiuns de sua época - Mme. W. Krell - em um grupo de Bordeaux (França), sendo ela uma das maiores psicógrafas da História do Espiritismo. Esta prece nos faz lembrar Dona Brito, que rezava sempre em suas orações. Esta postagem foi enviada por Glória Brito
PRECE DE CÁRITAS Deus, nosso Pai, que sois todo Poder e Bondade,
Dai a força àquele que passa pela provação,
Dai a luz àquele que procura a verdade; Ponde no coração do homem a compaixão e a caridade! Deus, Dai ao viajor a estrela guia, Ao aflito a consolação, Ao doente o repouso. Pai, Dai ao culpado o arrependimento, Ao espírito a verdade, À criança o guia, E ao órfão o pai! Senhor, que a Vossa Bondade se estenda sobre tudo o que criastes. Piedade, Senhor, para aquele que vos não conhece, Esperança para aquele que sofre. Que a Vossa Bondade permita aos espíritos consoladores, Derramarem por toda a parte, a paz, a esperança, a fé. Deus! Um raio, uma faísca do Vosso Amor pode abrasar a Terra; Deixai-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita, E todas as lágrimas secarão, Todas as dores se acalmarão. E um só coração, um só pensamento subirá até Vós, Como um grito de reconhecimento e de amor. Como Moisés sobre a montanha, Nós Vos esperamos com os braços abertos, Oh Poder!, oh Bondade!, oh Beleza!, oh Perfeição!, E queremos de alguma sorte merecer a Vossa Divina Misericórdia. Deus, dai-nos a força para ajudar o progresso, Afim de subirmos até Vós; Dai-nos a caridade pura, Dai-nos a fé e a razão; Dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas o espelho onde se refletirá a Vossa Divina e Santa Imagem. Assim Seja. A Prece de Cáritas foi psicografada na noite de Natal, 25 de dezembro, do ano de 1873, ditada pela suave Cáritas que era um espírito que se comunicava através de uma das grandes médiuns de sua época - Mme. W. Krell - em um grupo de Bordeaux (França), sendo ela uma das maiores psicógrafas da História do Espiritismo. Esta prece nos faz lembrar Dona Brito, que rezava sempre em suas orações. Esta postagem foi enviada por Glória Brito