05 junho 2010

Há Momentos

Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector
Há Momentos

Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector
Para quem gosta de Química.
Estou publicando este artigo enviado por Marcos.
O seguinte syte disponibiliza (em Tabela Periódica Interativa) informações sobre os elementos químicos e seus principais compostos.

http://www.qmc.ufsc.br/marcos
Para quem gosta de Química.
Estou publicando este artigo enviado por Marcos.
O seguinte syte disponibiliza (em Tabela Periódica Interativa) informações sobre os elementos químicos e seus principais compostos.

http://www.qmc.ufsc.br/marcos

02 junho 2010

TEMPO, TEMPO MEU

“o tempo não para e, no entanto, ele nunca envelhece’- Caetano Veloso, em ‘Força Estranha’
Às vezes quero sair por portas que não existem, portas por mim mesmo inventadas. Quero pular muros que só eu enxergo.
- Calma, Xico, o tempo é o senhor da razão - diz-me a alma, candidamente.
- Eu sei – respondo de mim para mim, mas o tempo corre e talvez não dê tempo.
E as horas, que passavam horas pra passar, agora passam em segundos, velozes, num raio de luz. Por que a pressa? Estará a vida em nosso encalço, feito polícia, ávida por nos prender? Por que a correia? O rio em que banhamos nossos pés se desencherá, se não nos apressarmos? 
A lua deixará de estar lá em cima, prateando nosso chão se, ao invés de ficarmos parados, contemplando, corrermos? O canto dos passarinhos será tão breve que não conseguiremos
ouvi-lo? Nossos sonhos se desmancharão se formos pacientes e apenas sonharmos?
Não, não quero a pressa. Quero a paz da calma, o sossego da preguiça, o esperar chegar. Quero a vida, o sonho, o amor. Quero a paz, pra mim, pra nós. Quero o tempo passando preguiçosamente, no compasso certo do tempo. Quero o meu tempo chegando no tempo certo. Não me avexo. Não se avexe. Deem-me uma rede pra balançar o tempo e fazê-lo dormir, enrolado num lençol de cambraia bem branquinho, cor da paz.
Xico Bizerra
TEMPO, TEMPO MEU

“o tempo não para e, no entanto, ele nunca envelhece’- Caetano Veloso, em ‘Força Estranha’
Às vezes quero sair por portas que não existem, portas por mim mesmo inventadas. Quero pular muros que só eu enxergo.
- Calma, Xico, o tempo é o senhor da razão - diz-me a alma, candidamente.
- Eu sei – respondo de mim para mim, mas o tempo corre e talvez não dê tempo.
E as horas, que passavam horas pra passar, agora passam em segundos, velozes, num raio de luz. Por que a pressa? Estará a vida em nosso encalço, feito polícia, ávida por nos prender? Por que a correia? O rio em que banhamos nossos pés se desencherá, se não nos apressarmos? 
A lua deixará de estar lá em cima, prateando nosso chão se, ao invés de ficarmos parados, contemplando, corrermos? O canto dos passarinhos será tão breve que não conseguiremos
ouvi-lo? Nossos sonhos se desmancharão se formos pacientes e apenas sonharmos?
Não, não quero a pressa. Quero a paz da calma, o sossego da preguiça, o esperar chegar. Quero a vida, o sonho, o amor. Quero a paz, pra mim, pra nós. Quero o tempo passando preguiçosamente, no compasso certo do tempo. Quero o meu tempo chegando no tempo certo. Não me avexo. Não se avexe. Deem-me uma rede pra balançar o tempo e fazê-lo dormir, enrolado num lençol de cambraia bem branquinho, cor da paz.
Xico Bizerra

30 maio 2010

VIAGEM AGORA É MUNTADO NUM RATO
NUM É NEM A PÉ,
NEM DENTRO DUM JATO,
NÃO GASTA XULÉ,
NEM GASTA SAPATO.
VIAGEM AGORA,
QUE‘O TEMPO IGNORA
PELO MUNDO AFORA,
É MUNTADO NUM RATO.

NO LOMBO DO RATO
VIAJO FELIZ,
NUM CLIC BEM DADO,
JÁ CHEGO EM PARIS.
VIAJO SEM MEDO
DE ROMA A PENEDO,
NUM CLIC DO DEDO
VISITO UM PAÍS
NUM CLIC BEM DADO,
NO LOMBO DO RATO,
EU SAIO DUM LADO,
PRA OUTRO DO MUNDO.
O TEMPO NEM CONTA,
SE FOR FAZER CONTA,
O TEMPO QUE CONTA,
NÉ NEM UM SEGUNDO.

NUM SEGUNDO SÓ,
NO LOMBO DO RATO
EU SAIO DO CRATO
E CHEGO EM ICÓ.
DE LÁ PARA A FRANÇA
VOCÊ NEM SE ENGANA
E VAI CHUPAR CANA
EM BODOCONGÓ.

NO LOMBO DO RATO
EU VOU AO MERCADO
COMPRO GUARDANAPO
ATÉ AVIÃO.
EU COMPRO VERDURA,
CD, RAPADURA,
SEM MUITA PROPCURA,
CARRAPETA E PIÃO.

CHEGA DE LOMBO DO RATO
QUE JÁ TA É FICANDO CHATO
E EU VOU SER LOGO DIRETO:
PARE LOGO ENQUANTO É CEDO
SENÃO NUM CLIC DO DEDO;
APAGO TUDO, LHE DELETO.

Ebbrito
VIAGEM AGORA É MUNTADO NUM RATO
NUM É NEM A PÉ,
NEM DENTRO DUM JATO,
NÃO GASTA XULÉ,
NEM GASTA SAPATO.
VIAGEM AGORA,
QUE‘O TEMPO IGNORA
PELO MUNDO AFORA,
É MUNTADO NUM RATO.

NO LOMBO DO RATO
VIAJO FELIZ,
NUM CLIC BEM DADO,
JÁ CHEGO EM PARIS.
VIAJO SEM MEDO
DE ROMA A PENEDO,
NUM CLIC DO DEDO
VISITO UM PAÍS
NUM CLIC BEM DADO,
NO LOMBO DO RATO,
EU SAIO DUM LADO,
PRA OUTRO DO MUNDO.
O TEMPO NEM CONTA,
SE FOR FAZER CONTA,
O TEMPO QUE CONTA,
NÉ NEM UM SEGUNDO.

NUM SEGUNDO SÓ,
NO LOMBO DO RATO
EU SAIO DO CRATO
E CHEGO EM ICÓ.
DE LÁ PARA A FRANÇA
VOCÊ NEM SE ENGANA
E VAI CHUPAR CANA
EM BODOCONGÓ.

NO LOMBO DO RATO
EU VOU AO MERCADO
COMPRO GUARDANAPO
ATÉ AVIÃO.
EU COMPRO VERDURA,
CD, RAPADURA,
SEM MUITA PROPCURA,
CARRAPETA E PIÃO.

CHEGA DE LOMBO DO RATO
QUE JÁ TA É FICANDO CHATO
E EU VOU SER LOGO DIRETO:
PARE LOGO ENQUANTO É CEDO
SENÃO NUM CLIC DO DEDO;
APAGO TUDO, LHE DELETO.

Ebbrito